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Homepage Blog : Controles internos como ferramenta de gestão
Por: Administrador Simber
14/082018 17:00

Controles internos como ferramenta de gestão

Com a evolução do mercado e a concorrência acirrada, cada vez mais as empresas têm focado em sua gestão e qualidade. Uma pesquisa da Fundação Nacional da Qualidade, realizada em 2013, mostrou que, já naquela época, cerca de 79% das organizações entrevistadas estavam focadas em melhorar a qualidade de sua gestão. Quando questionadas sobre o valor da gestão para a empresa, 99% delas relacionaram a qualidade da gestão com o aumento da produtividade e da competitividade.
É nesse cenário que entram os controles internos como ferramenta de gestão. Confira neste artigo especial, elaborado pela KBL Contabilidade, o que são os controles internos e como eles auxiliam as empresas na gestão.
 

O que são os controles internos?

 
O Comitê de Procedimentos de Auditoria do Instituto Americano de Contadores Públicos Certificados (AICPA), citado em Attie (2006, p. 110) define controle interno como:
 "Compreende o plano de organização e o conjunto coordenado de métodos e medidas, adotadas pela empresa para proteger o patrimônio, verificar a exatidão e a fidedignidade de seus dados contábeis, promover a eficiência operacional e encorajar a adesão à política traçada pela administração".
Traduzindo em miúdos, são os planos, as ferramentas e metodologias utilizadas por uma empresa para acompanhar os valores sobre a própria organização, tanto da parte contábil, quanto outros indicadores, como a qualidade interna, clima organizacional e a relação entre a capacidade de produção e o que te fato vem sendo produzido. 
Para além disso, a principal função dos controles internos é fornecer dados confiáveis que, analisados de forma perpendicular, são capazes de auxiliar a tomada de decisão perspicaz.
 

Exemplos de controles internos

 
Procedimentos que fazem parte dos controles internos:
Planos organizacionais como Planos de Desenvolvimento Pessoal, Planos de Cargos e Salários e a própria divisão organizacional;
Documentos contábeis como arquivos, relatórios, autorizações, além de registros relativos a despesas e receitas;
Controle de bens e direitos físicos;
Procedimentos internos como normas, processos padrões, melhores práticas, dentre outros.
 
Acima, estão relacionados tanto os controles internos administrativos – que são aqueles que visam garantir os procedimentos e organização da empresa, em função do crescimento dela – quanto os controles internos contábeis - que controlam fisicamente os ativos, segregam funções e garantem o devido registro das contas, a fim de estabelecer uma elaboração confiável das demonstrações contábeis.
Os processos de levantamento, organização e gestão dos insumos desses controles internos nem sempre são muito fáceis. É preciso que a empresa se preocupe em estabelecer processos que incentivem e, principalmente, facilitem esse levantamento. 
Por vezes, é comum pensar que essa preocupação se trata de burocracia. Nesse sentido, é importante que os envolvidos – principalmente os colaboradores – enxerguem o valor e contribuam de forma participativa nestes controles. 
 

Conclusão

Ademais, os controles internos não podem ser vistos como a solução de todos os problemas. Como esclarecido anteriormente, sua principal função é fornecer insumos para a gestão. Eles não são a gestão em si, mas sim uma prática anterior a ela e, muito necessária.
 
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